Genéricos

Medicamentos Genéricos são reproduções de medicamentos de referencia cujas patentes já expiraram. Devem obedecer rigorosos padrões de controle de qualidade, Exigidos por lei pelo Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Só podem ser comercializados após passarem por testes de bioequivalência realizados em seres humanos (o que garantem que serão absorvidos na mesma concentração e velocidade que os medicamentos de referência) e equivalência farmacêutica (que garantem que a composição do produto é idêntica ao do medicamento inovador que lhe deu origem).

Os medicamentos genéricos são intercambiáveis. Ou seja, por lei, podem substituir os medicamentos de referência indicados nas prescrições médicas. A troca, quando o médico não prescrever diretamente o genérico, pode ser recomendada pelo farmacêutico responsável, nos estabelecimentos de varejo, com absoluta segurança para o consumidor.

Os Genéricos surgiram no Brasil em 1999, com a promulgação da Lei 9.787. Os critérios técnicos para registro destes medicamentos são semelhantes aos adotados em países como Canadá e EUA, entre outros centros de referência de saúde pública no mundo.

A Anvisa possui mais de 300 princípios ativos registrados como genéricos, totalizando mais de 11.000 apresentações e aproximadamente 100 classes terapêuticas, englobando as patologias que mais freqüentemente acometem a população brasileira e grande parte das doenças crônicas de maior prevalência.

A Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos – Pró Genéricos – é uma entidade de classe vinculada à Federação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (Febrafarma), que congrega os principais laboratórios que atuam na produção e comercialização medicamentos genéricos no país. Entre no site http://www.progenericos.org.br/ e esclareça suas dúvidas sobre medicamentos genéricos.